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  • jorgecaixote

Por cá se fazem e para quem?


O Banco Central Europeu (BCE) revogou a autorização para a operação da Orey Financial, informou o Banco de Portugal (BO) na terça-feira, acrescentando que a instituição financeira entrará em liquidação. O regulador e o supervisor bancário disseram que a decisão final de revogar a autorização foi tomada por Frankfurt no sábado, 10 de janeiro, e que a lei “implica a dissolução e liquidação da instituição. “O Banco de Portugal solicitará, nos termos da lei, o início da liquidação judicial da Orey Financial”, acrescentou o comunicado. O presidente da Agência de Investimentos e Comércio Exterior (AICEP) disse à Lusa que estava “convencido” de que as exportações portuguesas continuarão a aumentar este ano, apesar do desafio da incerteza. “O principal desafio para as empresas é simples: incerteza”, afirmou Luís Castro Henriques. “Por um ano, dois anos, houve cada vez mais ‘poeira’ no ar: desde as guerras comerciais, ‘Brexit’ [a saída do Reino Unido da União Européia], a estrutura global – geografias que mudam a estrutura em termos de paz social muito rapidamente ”, afirmou. “Veja o que vem acontecendo na América do Sul em alguns países nos últimos meses”, disse ele. Ele disse que o que considera mais importante em 2020 é ser capaz de separar o que é conjuntura do que será mais permanente. Por exemplo, em janeiro será o momento de perceber o que sairá do acordo comercial entre os EUA e a China e, no final do mês ou início de fevereiro, será conhecido mais claramente o processo do Brexit e seus desafios. Em 2019, os preços das casas em Portugal subiram 13,3% em relação ao ano anterior, para 2.028 € por metro quadrado (m2), segundo o índice de preços Idealista. É a primeira vez que a barreira de € 2.000 por m2 é violada. Todas as regiões em Portugal viram aumentos de preços em termos anuais, com exceção do Alentejo, onde caíram 0,4 por cento. Destacaram-se na lista Idealista a Região Norte e a Região Metropolitana de Lisboa, onde ambos os preços cresceram 14,7%. Seguiu-se a Região Autónoma da Madeira (8,1 por cento), Algarve (7,3 por cento), Região Autónoma dos Açores (1,9 por cento) e Centro (1,6 por cento). A Área Metropolitana de Lisboa, com 2.941 € por m2, continua a ser a região mais cara, seguida pelo Algarve, onde custa 2.209 € por m2, pelo Norte (1.658 € por m2) e pela Madeira (1.556 € por m2). No lado oposto da tabela com as regiões mais baratas encontram-se, nesta ordem, a Região Autónoma dos Açores (918 euros por m2), o Alentejo (1.017 euros por m2) e o Centro (1.045 euros por m2).

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